<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?>
<rss version='2.0'>
  <channel>
    <title>Blog Torcedor Náutico</title>
    <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
    <description>Milton Neto, pernambucano, 44 anos, casado. Advogado há 20 anos, trabalhou nos jurídicos dos Bancos Banorte (em Recife) e HSBC (em Curitiba), além de alguns escritórios, como Macedo, Braz, Renzetti &amp; Worm, no Paraná. Pós graduado em Gestão em Direito Empresarial (com marketing esportivo). </description>
    <docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
    <item>
      <title>Breve análise do elenco - brasileiro 2008Eduardo, Ruy, Vagner, Everaldo, Berg, Ticão, Radamés, Paulo...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 3 May 2008 12:08:10 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;Breve análise do elenco - brasileiro 2008&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;melhores 2008 nautico.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eduardo, Ruy, Vagner, Everaldo, Berg, Ticão, Radamés, Paulo Almeida, Geraldo, Wellington e Felipe. Esta é a base atual do nosso time para o brasileirão 2008. Se é boa? Posso dizer que sim, mas, realmente, precisa ser melhorada. Se vamos fazer um bom papel, na serie A? É pagar para ver.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;GOLEIROS. Eduardo é um excelente goleiro. Teve atuações muitos boas e tem a confiança da torcida. Seu melhor momento no ano, foi no jogo contra o Sport, na ilha, quando fez grandes defesas e pegou até pênalti (cobrado por Luisinho Neto). Seu pior momento no ano, foram as reposições de bola, no clássico dos Aflitos, quando entregou a pelota para o inimigo.  Mas recuperou-se em seguida. É,  indiscutivelmente, o dono da camisa 1.André Sangalli parecer ter potencial para eventuais substituições. David é o terceiro goleiro (e um dos destaques da equipe de juniores em 2007).&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;LATERAIS. Um dos setores mais carentes do time. Ruy é titular absoluto. Polivalente, atua na ala direita e no meio de campo. Só atuou nos jogos da Copa do Brasil. E, se foi discreto na estréia, contra o Juventus, arrebentou nos jogos contra o Atlético-MG. Especialmente, no Mineirão. Jogando em sua terra natal, esteve em todas as partes do campo. Dono de uma cobrança de lateral diferenciado e muita raça (teve até seu calção rasgado). Ainda meteu uma bola no travessão, num rebote da pequena área. Ótimo nome para o brasileiro. Nino só atuou contra o Ypiranga. Muito pouco para avaliar seu potencial. Há necessidade de contratação para o setor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Berg foi trazido do América-RN como sendo uma exceção ao rebaixado time potiguar de 2007. No entanto, não decolou e perdeu a posição para o dispensado Alessandro e, até para o improvisado (e também dispensado) Serginho. Fez sua melhor atuação, diante do Atlético-MG, nos Aflitos, quando até gol marcou. Mas, no jogo do Mineirão, sumiu de novo. Sem reserva para a posição e com um titular ainda devendo, resta evidenciado que há necessidade de contratação para o setor. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ZAGUEIROS. Vagner seria seleção brasileira se fosse mais alto, forte e jogasse num time do eixo Rio-São Paulo. Clássico, bem posicionado e ótimo no cabeceio. Sem dúvida, o melhor zagueiro do estadual. E ainda faz gol. Seu companheiro Everaldo é forte e faz uma boa dupla. Sabe sair jogando. Mas vez por outra se empolga e perde a bola. É um bom nome para a zaga. Luizão foi recém contratado e ainda será visto. O jovem Onildo chegou  a ser cogitado para defender o Santos, após grandes atuações no ano passado. Com as dispensas de Márcio Santos e Fábio Silva, há necessidade de repor, pelo menos mais um zagueiro. De preferência, um que meta medo nos adversários, apenas com o olhar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;VOLANTES. Ticão é bom. Combate de perto e não dá espaço aos atacantes adversários. Joga na bola e seu “bote” geralmente rouba a pelota dos pés inimigos. Os cartões são decorrência do jogo. Algumas jogadas são interpretadas como violentas, outras não. Ticão chegou a ser expulso sem ter cometido falta, como no jogo contra o Centro, em sua estréia. Mas foi perfeito na marcação de Danilinho na partida dos Afllitos – pois o adversário só marcou, quando ele saiu de campo. Radamés é um ótimo segundo volante. Sabe sair jogando e arma as jogadas. Além disto, combate, como volante, os atacantes adversários. O jovem carioca fez grandes partidas (como contra o Atlético-MG, nos Aflitos), embora tenho ido muito mal, contra o Salgueiro. Entretanto, estamos bem servidos na posição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Paulo Almeida não é mais o mesmo jogador do Santos, campeão brasileiro de 2002. Mas sua experiência conta para o setor. E seu futebol de pegada é útil. Há o reforço de volante que veio do Palmeiras. Ainda temos Tales (cuja maior virtude é a cobrança de faltas e o fato de unir o grupo) e o garoto Eduardo Erê (que jogou uma grande partida contra o Flamengo, no torneio de Juniores). É um setor que estamos bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;MEIAS. Geraldo é o homem referência. Por ele passa a criação das jogadas do Náutico. Talvez seja este o nosso grande problema. Quando Geraldo não está bem ou muito marcado, o time não cria o suficiente, para o ataque funcionar. Artilheiro do estadual, quase se tornou o craque da competição. Mas faltou alguém ao seu lado para tabelar e ajudar na criação. Marcelinho ainda chegou perto, mas não foi o ideal. É craque, sem dúvidas. E será importantíssimo neste meio campo timbu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem é o companheiro de Geraldo? E os reservas? O nome imediato é o jovem Helton. Futebol ele tem. Mas sua inexperiência conta. O nosso “Alexandre Pato” ainda tem muito a mostrar. Mas, por enquanto precisamos de um jogador mais experiente no setor, para jogar ao lado de Geraldo. E não é Rafael. Com as dispensas de Alex Sandro e Otacílio, há necessidade de termos um ou dois bons nomes para o setor mais frágil do time.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ATACANTES. Wellington além de revelação mostrou seu faro de gol. Em poucos jogos, pelo estadual, ficou a um gol da artilharia. É o Tanque alvirrubro e fez falta em Minas. Mesmo tão jovem, é o titular da camisa 9 timbu. Já Felipe é o nome ao lado do Tanque. Fez uma grande jornada contra o Galo, nos Aflitos e tem muita qualidade. Precisa, entretanto, ser mais regular. Teve fracas atuações, em outras jornadas, quando pouco chutou e perdeu gols incríveis. Mas todos conhecem seu potencial e é um grande atacante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O setor de ataque é o que  apresenta um grande número de jogadores. O ídolo Kuki não tem mais o gás e o faro de gol que tinha. Mas é um dos maiores artilheiros da história do clube. E é um privilégio vê-lo jogar. Quando entra em campo, no segundo tempo, tem feito boas atuações e o jogo pega fogo. Assim como Ricardo Laborde. O colombiano chegou a ser o xodó da torcida. Ganhou espaço. Seus dribles e velocidade eram sinônimos de reação alvirrubra. Mas o garoto peca na finalização. Já Warley chegou para ser titular. Mas não decolou. Contra o Galo, no Mineirão ainda meteu uma bola no travessão, numa cobrança de falta na risca da área. Se ela entra, estaria redimido perante a torcida. Ainda temos Danilo Lins (o talismã contra o Sport) e o jovem goleador (que é artilheiro dos juniores) Anderson Lessa.  Sem duvida o setor tem qualidade. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com algumas contratações, mesmo sem o mesmo recurso financeiro de um Flamengo, São Paulo ou até o Corinthians (na serie B), o Náutico pode brigar pela Sulamericana e surpreender quem aposta na sua briga para não cair.&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O gol decisivoQuando Danilinho fez o segundo gol, nos minutos finais, do jogo no Recife, o céu caiu ...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 1 May 2008 08:15:20 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;O gol decisivo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;robertof.JPG&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando Danilinho fez o segundo gol, nos minutos finais, do jogo no Recife, o céu caiu sobre as cabeças de todos os alvirrubros. Afinal, a vitória por 3 x 1, permitia que o timbu perdesse para o galo, na segunda partida. Mas o resultado de 3 x 2 já não dava essa condição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isto, apesar da vitória, o clima era de derrota em todo o estádio Eládio de Barros Carvalho, na quarta-feira da semana anterior. Inclusive nos vestiários. Por mais que se tentasse mostrar que havíamos vencido. O próprio elenco sabia que a vantagem do empate não era o suficiente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando o Atlético perdeu de goleada para o Cruzeiro, no final de semana, o receio aumentou. Afinal, praticamente alijado da disputa do estadual, restava ao time mineiro focar todas as suas forças na Copa do Brasil. Justamente em cima do Náutico. Até porque não precisava ganhar por 6 x 0. Bastava uma simples vitória por 1 gol de diferença.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A expulsão de Wellington nos Aflitos era outro indicativo de que ver o jogo nas alterosas seria um exercício para os nervos para o torcedor alvirrubro. Afinal, abria a possibilidade de se abdicar de um atacante, para jogar com mais um meio campista, povoando o setor e dificultando as ações do time da casa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E foi exatamente isto que aconteceu. Roberto Fernandes entrou com Felipe isolado à frente. Geraldo seria quem mais se aproximaria do único atacante timbu no jogo, na teoria. Mas na prática, Ruy é quem melhor desempenhou esta função e tentava buscar tabelar com o camisa 11 do Náutico. Alex Sandro foi o substituto de Wellington e jogava no meio de campo, e na lateral direita, numa tentativa de confundir o time mineiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E até conseguiu. A verdade é que o time se postou como o treinador havia planejado e não deixou o galo criar ao longo de 30, 35 minutos, da etapa inicial. A equipe de Geninho só conseguia alçar as bolas por cima, na área do goleiro Eduardo. O melhor lance do jogo tinha sido do Náutico. Uma cabeçada do zagueiro alvinegro para trás, que quase passa pelo arqueiro Juninho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas nos 10 minutos finais do primeiro tempo, o Atlético descobriu como penetrar na defesa alvirrubra. Já pendurada com cartões amarelos (Radamés, Vagner, Everaldo e até Geraldo foram advertidos na partida do Mineirão), o ímpeto da disputa tinha que ser dosado, a certa altura do embate.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As chances do time da casa passaram, então a ser reais. E o torcedor visitante passou a tirar as bolas com os olhos. A falta de pontaria e a afobação dos jogadores do galo não transformaram em gol as bolas que eram perigosamente entregues aos seus atacantes, na área timbu. As equipes foram para o intervalo com o placar favorável aos pernambucanos. 0 x 0.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sentindo que a pressão do Atlético havia aumentado e, decidindo que não podia continuar apenas se defendendo, Roberto sacou Alex Sandro e colocou mais um atacante, para dar a Felipe a oportunidade de chegar ao gol mineiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No entanto, o Atlético continuou com a mesma pressão que havia terminado a etapa inicial e o Náutico não conseguia ligar os contra ataques. Numa grande jogada individual de Ruy, a defesa atleticana parou com falta, na risca da entrada da área. Falta que Warley cobrou no travessão. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Logo depois, com a torcida chamando Geninho de burro, pelas substituições que fez, a bola foi cruzada por baixo e passou pela extensão da pequena área alvirrubra, sem que os defensores alvirrubros tenham tirado. Danilinho (ele de novo) aproveitou e colocou para dentro do gol. 1 x 0 (3 x 3 no placar geral).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era a concretização do que todos imaginavam, após o 2º gol do Atlético, em Recife. Era o motivo pelo qual os ânimos estivessem funestros, mesmo com a vitória, nos Aflitos. A vitória por 1 x 0 dava a classificação ao Galo. E era difícil resistir 90 minutos, especialmente diante da soma dos fatos ocorridos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Warley ainda empatou, metendo a bola para o gol. Mas estava impedido e foi corretamente anulado. Ruy (que até o calção foi rasgado) chutou no travessão (de novo), deixando claro que o “Deuses do futebol” não queriam que o Náutico se classificasse. E quando a bola sobrou, no bolo de jogadores na área, para o zagueiro Vagner, sozinho, este colocou no ângulo oposto de Juninho que fez uma defesa fantástica. A bola ainda tocou no travessão, pela terceira vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A expulsão do zagueiro atleticano e a contusão do “nome do confronto” (pois foi o destaque nas duas partidas), Danilinho (que mal conseguia andar em campo e tinha seu nome ovacionado pelos presentes no Mineirão) deram ao Náutico condição de pressionar o Atlético. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O aniversariante Kuki ainda entrou em campo, mas com pouco tempo, e com o Atlético totalmente fechado não teve como produzir nada. Berg e seu substituto Alessandro passaram desapercebidos dos olhos da torcida, pois o setor praticamente não foi acionado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E o Náutico perdeu por 1 x 0. O empate em 3 x 3, no computo geral deixou claro que o gol de Danilinho, nos Aflitos foi decisivo. Assim como decisivos foram as perdas das chances de gol (de Laborde quando a partida estava 3 x 1 e das 3 bolas no poste do Atlético, em BH). Já o Galo soube aproveitar as poucas chances criadas e venceu – como era normal acontecer. E, que, por isto mesmo, não se comemorou a vitória, em Recife. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fim da linha para o timbu, na Copa do Brasil. Agora, é se preparar para o campeonato brasileiro. Reforçar os setores que precisam ser reforçados (e que todos sabem quais são) e manter os jogadores que se sobressaíram na perda do estadual e na disputa deste torneio nacional. &lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O filho da cidade da AmizadeRoca Sales (ou carinhosamente &apos;Roca&apos;, também conhecida como a cidade da ...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 06:04:41 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;Green&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;O filho da cidade da Amizade&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Roca Sales (ou carinhosamente &apos;Roca&apos;, também conhecida como a cidade da amizade) é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Era chamada de Conventos Vermelhos. Nome que foi dado por marinheiros que passavam pelo Rio Taquari e afluentes, que banham o município. O nome mudou graças a visita do Presidente argentino Julio Roca, que foi retribuida pelo Presidente Campos Sales, em 1900.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Distante pouco mais de 100km de Porto Alegre, a cidade é banhada pelo Rio Taquari, onde se pesca lambaris, piavas e outros peixes. O rio enche, de tempos em tempos e inunda as casas nas partes mais baixas da cidade. O acesso à cidade ainda de dava por balsa (chamada localmente de &apos;barca&apos;) até 1986, quando foi construida uma grande ponte para acesso, proporcionando uma bela entrada ao município.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cidade foi berço de Alfredo Pozoco, o maestro de canto coral premiado nacionalmente , que adotou o pseudônimo Gil de Roca Sales. A Miss Brasil 2008, Natália Anderle também é natural desta cidade. Mas o mais famoso de seus filhos, chama-se Silvio Luiz Borba. Mais conhecido como Kuki.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele, na verdade, nasceu em Crateu-CE, mas foi criado em Roca Sales. Cresceu nesta pequena cidade, do interior gaúcho. Começou sua carreira profissional pelo time do Encantado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seu futebol o levou para o Taquariense, depois para o Palmeirense, do Rio Grande. De lá, subiu para Santa Catarina, onde jogou pelo Ypiranga, Veranópolis, Lajeadense, Santanense, Internacional de Lajes e Brusque. Foi artilheiro e chamou a atenção de alguns olheiros. Dentre eles, um que o levou para o Náutico, que era treinado por Júlio Espinosa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O resto da história, todos já sabem. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O baixinho de Roca Sales chegou a Recife em 2001, e danou-se a fazer gols. Foi campeão e artilheiro pernambucano, logo em seu primeiro ano vestindo a camisa do timbu. E que ano! Campeão do centenário, tirando o alvirrubro de uma fila de 11 anos e, de quebra, evitando o hexa do maior rival.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foi bi-campeão estadual, em 2002, mesmo tendo saido, numa rápida passagem pelo Hunday, da Coreia. Artilheiro da Copa do Nordeste. Logo já era ídolo da torcida timbu. Artilheiro estadual em 2003 e 2005. Ainda foi “tri-campeão” em 2004.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Teve vários parceiros no clube alvirrubro, com quem se deu muito bem, no ataque do aristocrático clube dos Aflitos. Tiago Tubarão (conhecido no sul, como Gentil), Carlinhos (que atualmente é Bala), Fumaça, Jeancarlo, Jorge Henrique (hoje no Botafogo), Felipe, Acosta e, atualmente, Wellington (além do mesmo Felipe e Warley).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ano passado, saiu emprestado para o Santa Cruz. E voltou este ano, com sua experiência de um dos maiores goleadores da história do Clube Náutico Capibaribe, para ajudar o time de Roberto Fernandes. Somar. Agregar. Este é o novo Kuki.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No passado, seu temperamento explosivo, rendia notícia, tanto quanto seus inúmeros gols. Mas, atualmente, além de ídolo é um exemplo a ser seguido. Longe de sua velha conhecida camisa 11, veste a 18 e senta-se no banco alvirrubro, para incendiar o jogo. Não antes de ouvir da arquibancada um velho coro: “Kukê! Kukê!”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O clamor da torcida é atendido. E Kuki entra em campo, como um garoto. Com um folego de um atleta (que sempre é o primeiro a chegar e o último a sair, nos treinos). Sem a mesma explosão de 2001 e o mesmo faro de gol que o fez chegar próximo de Bita, na soma de gols com a camisa vermelha e branca, entretanto, o baixinho continua a jogar um bom futebol e suas assistencias têm sido decisivas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, mesmo entrando nos minutos finais, tem aproveitado a oportunidade para marcar gols. Como o que fez, contra o Ypiranga, na goleada por 6 x 1.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quis o destino que o titular Wellington – o “Tanque dos Aflitos” fosse expulso na partida de ida, nos Aflitos, contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil. Abriu-se a chance para que Kuki jogue a partida, no Mineirão. Pode até não entrar de frente. Mas, certamente, será uma excelente opção para Roberto Fernandes, puxando os contra ataques, ao lado de Felipe (o goleador contra o Galo).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Justamente no dia 30 de abril, quando completará 37 anos. Se o baixinho já entra fervendo, normalmente, o que dizer, num dia como este? Sem dúvida alguma, poderemos ver um Kuki mais do que motivado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E quando este ídolo alvirrubro está num bom dia, dificilmente os zagueiros adversários conseguem segurá-lo. Mesmo entrando no segundo tempo, nos jogos do estadual, deixou sua marca em 03 oportunidades, este ano. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No ano passado, quando viveu momentos difíceis no Náutico, ainda fez 13 gols com a camisa timbu, pelo estadual e Copa do Brasil. Em 2006, na belissima campanha que trouxe o Náutico, de volta para elite do futebol nacional, foram 11 gols.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isto, quando as imagens de TV mostrarem o jogo entre Atlético-MG e Náutico, não serão apenas os alvirrubros de Recife (e do Brasil) que acompaharão o jogo. A pequena Roca Sales, no Rio Grande, terá olhos para ver seu filho mais famoso entrar no Mineirão (no momento que for) e, se Deus permitir, brilhar, mais uma vez – como sempre fez com este manto sagrado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parabéns Kuki! Feliz aniversário. E que o presente seja dado por ti, à torcida alvirrubra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Otimista x Pessimista- Milton, qual o motivo de tanto otimismo?- Cara, qual o mtivo de tanto pessimi...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 26 Apr 2008 12:57:37 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;Otimista x Pessimista&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;kukid.JPG&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Milton, qual o motivo de tanto otimismo?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Cara, qual o mtivo de tanto pessimismo?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Pó, Miltão, o time tomou 2 gols nos Aflitos e agora o galo só precisa vencer, por 1 x 0.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Rapah (como diria o revolution man, Sérgio Ramone), o negócio é o seguinte: vencemos. Jogamos pelo empate (qualquer empate). Pela vitória (óbvio). E até podemos perder, sim. 3 x 4. 4 x 5 e por ai vai. E o 2 x 3 também não nos elimina. Estatisticamente são 80% de chance (pois a vitória e o empate são 75% e com mais as derrotas que podemos ter a nosso favor, chegam até a mais de 80%).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Mas, Miltô! É o Atlético-MG, jogando no Mineirão!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Assim como era o Santos, jogando na Vila Belmiro, no ano passado e vencemos por 2 x 1. Assim como era o Corinthians, em São Paulo e vencemos (3 x 0) ou o Goiás, no Serra Dourada (outra vitória por 3 x 0). Isto sem falar nas vitórias fora de casa contra o Paraná (4 x 2), América-RN (5 x 1) e o empate em 1 gol, com o Juventude e Atlético-PR.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- É, mas....&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Como era o Cruzeiro, em Minas (e estávamos perdendo por 2 x 0) e empatamos em 2 gols. Até o próprio Galo, que precisou de mais 7 minutos de acréscimos para nos vencer, no primeiro jogo do brasileirão, de 2007. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Mas...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Temos jogadores experientes. Pelo menos Eduardo, Vagner (mineiro), Everaldo e o mineiro Ruy conhecem bem o Mineirão, pois o 3 primeiros jogaram pelo Atlético e o último pelo Cruzeiro. E se Ticão e Radamés são jovens e têm poucos clubes em seus currículos, possuem muita raça, como demonstraram no jogo dos Aflitos. Já Paulo Almeida é rodado e experiente. Assim como Geraldo e Warley. E ainda tem Felipe – o terror dos atleticanos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Pode ser...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Roberto Fernandes, ano passado, fez uma bela campanha com o Brasiliense, com Patrick, Goeber, Allann Dellon, Junior Baiano, Dimba e Warley, quando passou pelo Juventude, vencendo por 3 x 2 e empatando em 0 x 0. Eliminou o Cruzeiro, quando venceu por 1 x 0 e empatou em 1 x 1. Venceu o Ipatinga por 1 x 0 e empatou em 2 x 2. E só parou no Fluminense (que seria o campeão) na semifinal, após perder em casa (2 x 4) e empatar no Rio (1 x 1). Ou seja, nosso treinador eliminou 2 mineiros, ano passado, nesta mesma Copa do Brasil, vencendo um jogo e empatando o outro (nos 2 confrontos).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Eita!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Pois é. E contra Geninho, há uma disputa antiga, entre Roberto e ele. Com ampla vantagem do treinador alvirrubro – que só perdeu uma vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Oxê!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;-  Em 15 partidas disputadas longe dos Aflitos, contras as melhores equipes, pela primeira divisão de 2007, o timbu, sob o comando de Roberto Fernandes obteve 5 vitórias 3 empates e só perdeu 7 vezes (menos de 50%).  Fez 28 gols (1,86 gols por jogo) e sofreu 29 (1,93). Aproveitamento de 53,33% dos jogos e 40% dos pontos disputados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Rapah (já imitando Sérgio Ramone)! Que coisa! Eu não sabia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Pois é, meu amigo. Até entendo que você esteja preocupado. Eu também estou. Não é fácil segurar um time tradicional, no ano de seu centenário, e com jogadores rápidos e qualificados, como Danilinho, Marques, Petkovic, Marcio Araújo. Mas lembre-se que eles terão um desgaste de uma final mineira no domingo, contra seu maior rival  e ainda jogarão depois, contra o mesmo Cruzeiro, no derradeiro jogo do estadual. E isto pode ser bom para o Náutico. Até por conta da presença da torcida – que deverá ser inferior ao que seria normalmente (pois certamente, o torcedor do Galo estará poupando para as finais).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Não tinha pensado nisto....&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Então. Como eu disse, não será fácil, mas não há motivos para pessimismo. Muito pelo contrário. Podemos sim, voltar de BH classificados. E ainda tem mais: Será um jogo no dia do aniversário de Kuki. E ele certamente estará com muito mais vontade de fazer gols, do que normalmente já tem (e ele tem muito). Será que a expulsão de Wellington não foi obra do destino? &lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>O fim de um tabuClaro que o gol do Galo, nos momentos finais deu um clima diferente para o resultado...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 24 Apr 2008 01:24:30 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;O fim de um tabu&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;felipe2.JPG&apos; /&gt;&lt;br/&gt;Claro que o gol do Galo, nos momentos finais deu um clima diferente para o resultado do jogo. Mas, cara, vencemos! Pela primeira vez na história da Copa do Brasil, o Náutico venceu o Atlético-MG. Antes, foram 4 jogos e 3 vitórias do time mineiro e apenas 1 empate. Sem qualquer vitória da equipe pernambucana – bem ao contrário dos confrontos pela serie A (e até pela segunda divisão).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3 a 1 era um ótimo resultado. Poderíamos perder em BH por 1 x 0 que estaríamos classificados. Com 3 x 2, deixamos de ter a derrota como resultado que nos daria a classificação. Mas ainda temos outros dois, entre três. O empate é nosso. Assim como a vitória. Só estaremos desclassificados, se perdemos a partida no Mineirão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou seja, vamos para Minas Gerais da mesma forma que fomos para Curitiba, em 2006, quando vencemos o Coxa, em Recife e jogávamos pelo empate, na capital paranaense. Empatamos e seguimos em frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vamos para Belo Horizonte em condições melhores que fomos para São Paulo, ano passado, para enfrentar o Corinthians, no Pacaembu. E com um time reconhecidamente mais fraco que o atual. Depois de empatar em 2 gols, nos Aflitos, tínhamos a obrigação de vencer os corintianos, em seu campo. Vencemos, por 2 x 0.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, meu caro amigo alvirrubro, levante a cabeça, bata no peito com orgulho e vamos nos preparar para a partida de quarta-feira, na casa do Galo. Jogar com muita determinação e garra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Garra que não faltou no jogo da noite desta quarta-feira, em Recife. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contra uma equipe tradicional do futebol brasileiro. Contra um time centenário e cheio de jogadores de qualidade, como Danilinho e Petkovic, por exemplo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E logo no começo sofremos um gol, rápido, com uma bela jogada do sérvio que passou pela defesa alvirrubra. Uma defesa que estava armada com Eduardo, Serginho, Vagner, Everaldo, Berg, Ticão, Radamés e Ruy, com Geraldo no meio e Felipe e Wellington na frente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foi quando Felipe (que está se especializando em fazer gols no galo mineiro) começou a aparecer no jogo. Marcou o primeiro gol de cabeça e o segundo, após uma excelente jogada do tanque, que pegou a bola no meio de campo, ganhou o lance, livrando-se da uma falta e tocou para o atacante Felipe estufar as redes do Atlético, na virada alvirrubra, ainda no primeiro tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O visitante, entretanto, tem qualidade e jogava perigosamente no campo dos donos da casa. Já o timbu tinha em Radamés e Ticão seus grandes nomes do jogo. Simplesmente os dois estiveram perfeitos. Jogaram muito. E com muita determinação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas outros destaques alvirrubros chamaram a atenção. Berg agradou. Fez uma boa partida e foi coroado com um belo gol, logo no início da etapa complementar, num chute de fora da área. Era o 3 x 1.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A partir daí, o time de Geninho partiu para cima de vez e deu espaços para os contra ataques. Com isto, Roberto Fernandes teve duas preocupações. A primeira foi de reforçar a marcação, com Paulo Almeida no lugar de Serginho, mudando a posição de Ruy para a lateral direita.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A segunda, colocando Laborde no lugar de Berg (que cansou, pois não jogava há muito tempo), para poder ganhar velocidade nos contra ataques. E conseguiu. O grande problema é que esbarrou num velho e conhecido defeito do colombiano. Ele é arisco e rápido, mas peca no fundamento do chute a gol. E teve 2 ou 3 excelentes chances. Perdeu todas, para desespero da torcida, que já tinha ficado com o gol na garganta, com 2 bolas que o timbu colocou no travessão, na etapa inicial.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alex Sandro já estava na beira do campo, para entrar e ser mais um a tocar a bola e ganhar tempo no meio. Mas com a contusão de Ticão (que estava fantástico), Roberto Fernandes teve que mudar a substituição para Marcio Santos, no lugar do camisa 5 alvirrubro. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E com a saída da “sombra de Danilinho”, a subida (sem a descida em tempo) desnecessária de Everaldo ao ataque e com Laborde sem dar o primeiro combate, o galo diminuiu a vantagem alvirrubra, no apagar das luzes. Justamente com Danilinho. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apenas uma correção aos que se surpreenderam com o fato de o timbu tomar o gol com 3 volantes e 3 zagueiros. O Náutico não estava com este número. Eram 3 zagueiros (Vagner, Everaldo e Marcio) e 2 volantes (Radamés e Paulo Almeida), pois Ticão tinha saído, para dar lugar a Márcio Santos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para terminar, o tanque acabou sendo expulso pelo árbitro da partida, por reclamação  e desfalca o timbu no jogo da volta. Mas o garoto Wellington é muito jovem e tem muito que aprender e não foi por essa expulsão (até injusta, pois o árbitro contemporizou com outros atletas) que prejudicou o Náutico ou teve arranhada sua imagem com a torcida – que terminou aplaudindo o tanque alvirrubro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Evidentemente que seria fantástica a vitória por 3 x 1, mas o placar de 3 x 2, também significa que vencemos o forte Atlético-MG (que está nas finais do estadual e terá um jogo desgastante contra o Cruzeiro, no domingo e outro decisivo no outro final de semana e certamente deve querer este título importante no ano de seu centenário, contra o seu maior rival) e quebramos o tabu de nunca ter vencido o Galo, nesta competição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, podemos nos classificar com qualquer empate (0 x 0; 1 x 1; 2 x 2; 3 x 3; 4 x 4, etc), qualquer vitória (1 x 0, 2 x 1, 3 x 0, 3 x 1, 3 x 2, 4 x 0, etc) e até mesmo com derrotas (3 x 4, 4 x 5, 5 x 6, em diante – sempre com 1 gol de diferença). Com derrota por 2 x 3, a vaga será decidida nos pênaltis. E só uma derrota por 0 x 1, 1 x 2 (ou mais de 2 gols de diferença) é que dão a classificação para o Atlético.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Portanto, meu velho, temos mais é que comemorar a vitória, o fim do tabu, o grande jogo que presenciamos e buscar, com muita raça, união e vontade, a classificação em Minas. E nada no Náutico é fácil. É sempre suado e disputado. Então, que assim seja.&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Um alvirrubro chamado GuilhermeDois galegos jogavam futebol de salão na quadra principal da sede alv...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 11:07:30 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;Um alvirrubro chamado Guilherme&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;guilherme.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dois galegos jogavam futebol de salão na quadra principal da sede alvirrubra. Habilidosos, pareciam irmãos gemeos. Mas eram pequenos e invocados. Especialmente um deles, que atendia pelo nome de Guilherme. Joguei algumas vezes com ele e, apesar de ser mais velho, levei muito traço do garoto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Crescemos (nenhum dos dois creceu muito, para falar a verdade). Cada um seguiu sua vida. Sua profissão. Eu abracei a carreira jurídica. Fui morar em Curitiba. Ele foi ser profissional da área de educação física e continuou no Recife.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Numa viagem, que fiz para a minha terra natal, no ano de 2001, visitei o aristocrático clube dos Aflitos. Era uma tarde de terça-feira. O time treinava fisicamente, nas laterais do gramado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O preparador físico batia palmas e acelerava o ritmo dos atletas. No intervalo, ele me viu, nas sociais e veio falar comigo. Era o garoto do salão. O mesmo galego que me deixara a convicção que eu não poderia ser atleta profissional de futebol, ao me driblar seguidas vezes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Guilherme Ferreira era o cara. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois soube que desde  o dia 23 de abril de 1998 ele estava no Náutico, após 03 temporadas no Santa Cruz.&lt;br/&gt;  &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt; Naquele ano de 2001, Sérgio Lins, Rubinho e o  presidente André Campos, efetivaram Guilherme como o primeiro preparado físico do Náutico, para trabalhar com  o técnico Júlio Spinosa. E mesmo com a chegada de Muricy Ramalho (que trouxe Carlito Macedo), Guilherme continuou no trabalho, se tornando campeão do centenário e depois, bi-campeão estadual, em 2002.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A função de primeiro preparador físico do Náutico (independentemente de quem o treinador trouxesse) passou a ser de Guilherme, a partir de 2005.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hoje, dia 23/04/08, este excelente profissional e tremendo carater (além de alvirrubro de berço), completa 10 anos de trabalho no Náutico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, sempre otimista em relação ao clube que viu se reestruturar, passando por dificuldades inimagináveis e chegando na primeira divisão com outra estrutura (desde sua chegada ao departamento de futebol profissional). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hoje o clube tem uma comissão fixa, onde trabalham três preparadores físicos (Guilherme Ferreira, o paulista Guilherme Bergamo, Ricardo Seguins), o fisiologista Cleber Queiroga e o preparador de goleiros Batista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parabéns Guilherme. Não apenas pelos seus 10 anos de profissional, no Náutico, mas por toda sua trajetória profissional e por tudo que fez pelo nosso Náutico em todos esses anos&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Participação alvirrubra na Copa do BrasilNa primeira Copa do Brasil, disputada em 1989, o Náutico só...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 22 Apr 2008 23:21:11 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;font color=&quot;Green&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;Participação alvirrubra na Copa do Brasil&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;bizu.JPG&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na primeira Copa do Brasil, disputada em 1989, o Náutico só enfrentou Atléticos. De início, na chamada 1ª fase, pegou o Paranaense, no Recife (vitória por 1 x 0) e em Curitiba (empate sem gols). Nas oitavas-de-final, foi eliminado pelo Mineiro, quando empatou em 1 x 1, no Recife e perdeu, em BH, por 3 x 0. O time tinha Mauri, Levi, Lucio Surubim, Vavá, Junior Guimarães, Muller, Erasmo, Aroldo, Newton, Bizu e Nivaldo, sob o comando de Charles Muniz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No ano seguinte, o timbu foi bem melhor. Na 1ª fase passou pelo Treze-PB, com duas vitórias (1 x 0 em Campina Grande e 2 x 0, no Recife). Nas oitavas, empatou como Ceará (0 x 0 em Fortaleza) e venceu na Veneza brasileira, por 3 x 0. Nas quartas-de-final, perdeu para o Remo em Belém (3 x 1) e se classificou ao devolver a derrota com juros (4 x 0). Só foi eliminado nas semifinais, pelo Flamengo (que viria a ser o campeão do torneio), quando perdeu no Rio por 3 x 0 e não conseguiu dar o troco, em Recife, empatando em 2 gols. O Flamengo tinha Zé Carlos, Ailton, Hugo, Rogério, Piá, Uidemar, Junior, Bobô (ou Djalminha), Zinho, Renato Gaúcho e Gaúcho. Já a equipe alvirrubra (que ficou em terceiro lugar na competição), formou com Celso Cajuru, Levi (este mesmo dos juniores), Barros, Freitas (ou Lucio Surubim), Célio Gaúcho, Aroldo (no lugar de Muller), Augusto, Leo, Buião, Bizu e Ocimar. O técnico era Otacílio Gonçalves. Naquele ano Bizu foi o artilheiro da Copa do Brasil, com 7 gols.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 1991 ficamos de fora da disputa (que só teve Sport e Santa Cruz, como representantes do Estado). Mas em 1992 estávamos de volta, para sermos eliminados, ainda na primeira fase, pelo Sergipe. E parecia fácil. Vencemos em Aracaju, por 2 x 1, mas perdemos em casa, por 2 x 0. Mauri, Cafezinho, Gaúcho, Paulo Roberto, Cleber, Marquinhos, João Paulo, Lau, Nevada e Nivaldo não deram muitas esperanças para Mário Juliato e a torcida alvirrubra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já em 1993 fomos eliminados por outro mineiro: O Cruzeiro. Começamos até bem, passando pelo CRB, com duas vitórias (1 x 0 em Maceió e 5 x 0 no Recife), mas nas oitavas, apesar da vitória por 1 x 0, na capital pernambucana, saímos com a derrota por 2 x 0, no Mineirão.A equipe que foi a Belo tinha Marco Antônio, Cafezinho, Lúcio Surubim, Parreira, Baiano, Cleber, Bossato, Paulo Leme, Washington, Jéferson e Milton Lima.O técnico era Luciano Sabino Pinho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não estivemos nas competições de 1994, voltando em 95, quando o São Paulo nos eliminou, nos Aflitos, no jogo da ida, ainda, na primeira fase, por 4 x 1. Não teve o jogo da volta, na capital paulista, por conta dos critérios de classificação (2 gols a mais na casa do adversário). O técnico Mauro Fernandes (que não tem nada a ver com Roberto) colocou o time em campo com Paraíba, Carioca, Ney, Gito, Serginho, Zelito, Edson Niquinha, Paulo Leme, Nailson, Jéferson e Mael. Não podia ser diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E ficamos sem disputar o torneio em 1996, 97, 98, 99. Só voltamos em 2000, quando enfrentamos o CSA, na fase preliminar (duas vitórias, por 2 x 1 em Recife e 1x 0, em Maceió). Em 2001, com o time campeão pernambucano, de Kuki e cia, fomos eliminados na primeira fase, pelo ABC, após empatar em casa por 2 x 2 e perder em Natal, por 2 x 0.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No ano seguinte passamos pelo Remo, quando empatamos em 2 x 2, em Belém e, depois, metemos 4 x 3, num jogo sensacional nos Aflitos. Mas fomos eliminados pelo Brasiliense (sensação do torneio naquele ano), quando perdemos na Toca do Jacaré (3 x 2) e empatamos, em Recife, sem gols. Em 2004, eliminamos o o Anapolina (2 x 1 e 3 x 1) e o América-RN (1 x 2 e 3 x 1), mas saimos, nas oitavas, justamente contra o Atlético-MG, quando perdemos 2 vezes (1 x 2 e 1 x 3). Não disputamos em 2004.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E voltamos a disputar a competição, em 2005. Fomos eliminado pelo Coritiba. Após vencermos por 1 x 0 no Eládio de Barros Carvalho, perdemos a vantagem e a vaga, no Paraná, quando o Coxa nos bateu por 2 x 0. Suficiente para nos tirar do torneio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 2006 demos o troco no Coxa. Passamos fácil pelo Rio Branco, ao vencer fora (1 x  0) e nos Aflitos (4 x 1). Enfrentamos o Coritiba, mais uma vez na Copa do Brasil, pelo segundo ano seguido e vencemos por 2 x 0 em casa, eliminando a equipe de Giovani Gionédes, ao empatar sem gols, no Couto Pereira. Então, tivemos mais um mineiro pela frente (o terceiro adversário das Minas Gerais). E, pela terceira vez ficamos no caminho. O Ipatinga venceu por 3 x 1, no Vale do Ferro e nos tirou da competição, pelo mesmo placar, nos Aflitos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A última que foi disputada, eliminamos o Parnahyba do Piauí, quando vencemos o adversário por 2 x 1 em sua casa, e em Recife, aplicamos 6 x 0, na 1ª fase. Na etapa seguinte passamos pelo Payssandu, perdendo para o Papão numa “Curuzu” sem a menor condição de jogo e goleamos nos Aflitos (5 x 0). Eliminamos o Corinthians, após um empate em 2 x 2 no Recife e uma vitória por 2 x 0, em São Paulo. O Figueirense, de Ruy Cabeção e Mário Sérgio nos tirou da competição, ao empatar um jogo ganho, nos Aflitos (vencíamos por 2 x 0) e nos derrotar no estreito, por 1 x 0, numa partida onde o árbitro paranaense Heber Lopes anulou 4 gols alvirrubros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesta nova competição, de 2008, passamos lotado pelo Atlético-AC, em Manaus, quando eliminamos o jogo da volta, quando sapecamos um saco de gols na equipe do norte do País (7 x 1),primeira fase. Nos complicamos em São Paulo, contra o Juventus, quando perdemos por 2 x 0 e tivemos que vencer por 3 x 0 para passarmos para a fase atual. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, mais um mineiro pela frente. Está mais que na hora de quebrarmos este “tabu” de sermos eliminados por times mineiros, da Copa do Brasil. É hora do timbu cantar mais alto que o Galo.&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ah, é Eduardo!Que Magrão que nada! O melhor goleiro do campeonato é Eduardo! A “prova dos nove” foi ...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 21 Apr 2008 10:13:13 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;Ah, é Eduardo!&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;Eduardogoleiro.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que Magrão que nada! O melhor goleiro do campeonato é Eduardo! A “prova dos nove” foi o clássico deste domingo. Os dois em campo. De um lado o rubro negro. Do outro o alvirrubro. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se o camisa 1 do Sport foi o grande destaque no clássico dos Aflitos, o nosso arqueiro foi o “dono do jogo”, na ilha. E, camisa por camisa, a azul do goleiro timbu é muito mais bonita que aquela vermelha e amarela do adversário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eduardo já tinha sido destaque na partida contra o Salgueiro, no meio de semana. Não pelas defesas (pois não houve um chute em direção ao seu gol, naquela ocasião). Mas pela sua voluntariedade. Por ter ido a área adversária, por 03 vezes, para tentar fazer o gol, que terminou não acontecendo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eduardo Allax Scherpel tem sobrenome de gringo, mas é carioca. Tem 1,93m, 87 kg e 30 anos. Começou sua carreira em 1998, na Portuguesa do Rio. Jogou no Anápolis-GO, Bangu, Atlético-MG, Portuguesa, Grêmio, Brasiliense e América. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando chegou ao timbu para disputar a serie B, em 2006, para a vaga deixada pelo ídolo Nilson, a desconfiança era grande. Pairava sobre o goleiro um episódio ocorrido num clássico entre o Galo e a Raposa. Uma briga com o zagueiro Cris e uma suspensão por um longo tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas bastou atuar com a camisa alvirrubra que Eduardo ganhou a confiança da torcida. Com defesas importantes ajudou o Náutico a voltar para a primeira divisão e se tornou um dos heróis da campanha da serie B. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns problemas na renovação e exageros nas declarações do goleiro, fizeram que o mesmo não permanecesse no timbu, no começo do ano seguinte. Foi jogar no América, pelo estadual carioca. Mas retornou para o clube dos Aflitos, durante a disputa da primeira divisão em 2007. E reestreou longe de casa. Contra o Corinthians, numa vitória inesquecível, por 3 x 0.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não é do tipo que faz milagres, salvando bolas indefensáveis. Mas dificilmente é culpado pelos gols que sofre. Tem bons reflexos e uma liderança sobre o grupo. O gigante Eduardo sempre se manifesta nos vestiários, com palavras de apoio aos companheiros. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No domingo, o goleiro defendeu um pênalti cobrado por Luizinho Neto. Uma cabeçada a queima roupa de Carlinhos Bala. Um chute de Daniel Paulista. Teve o reflexo de pegar uma bola que bateu na trave, na linha de dentro do gol e voltou para suas mãos, cabeceada por Roger (que estava impedido no momento do passe – e ninguém percebeu). Enfim. Nota 9,9 para este goleiro fantástico. Só não foi 10 porque pecou em algumas reposições de bola - o que já tinha ocorrido no clássico dos Aflitos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o clássico não foi só Eduardo. Radamés, Ticão, Paulo Almeida, Vagner e Everaldo se não foram um primor de qualidade (e até de posicionamento em alguns momentos) mostraram muita vontade e determinação. E jogaram na disputa da bola.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por sinal, não discuto a expulsão de Ticão (que foi justa), mas lamento que Sandro Goiano e Carlinhos Bala não tenham tido o mesmo destino, após desferir uma cotovelada em Wellington (o primeiro) e dar uma tesoura voadora, por trás, que poderia ter quebrado a pena de Ticão (o segundo).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chega de falar deste campeonato. Uma competição que todos reclamaram. Até que a venceu. Se eu pudesse dar minha opinião, sugeriria que em 2009 houvessem 2 turnos. Com 2 grupos de 6 (jogos de ida e volta). O 1º de cada grupo, ao final, enfrentaria o 2º do grupo contrário. E os vencedores fariam a final do turno, em 2 jogos. Certamente seria muito mais emocionante e menos confuso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora é esquecer o estadual e dar tudo na Copa do Brasil contra o Atlético-MG, em 2 jogos dificílimos. O Galo, por sinal, terá dois jogos contra o Cruzeiro, nas finais do campeonato mineiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesta competição poderemos contar com o que há de melhor. Ruy estará de volta ao time e Serginho deve continuar na lateral esquerda. Vagner e Everaldo terão Luizão como sombra. Ticão, Radamés e Paulo Almeida já demonstraram que têm muita garra para jogos decisivos (ou mesmo os que não valem pontos) e Alceu deve disputar uma vaga neste setor bem servido. Geraldo confirmou a artilharia. E o ataque timbu (que foi o segundo mais positivo do torneio), com a revelação do estadual, o tanque Wellington tem o reforço de Tiago. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se o estadual não foi agradável, pelo menos serviu para que o time comece com uma base o brasileirão e se mantenha vivo na Copa do Brasil. E se um grande time começa com um grande goleiro, já podemos ter grandes esperanças nas competições</description>
    </item>
    <item>
      <title>Clássico é sempre clássicoO Náutico vai jogar contra o Sport, na última partida deste campeonato que...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Sat, 19 Apr 2008 11:04:04 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;Clássico é sempre clássico&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;arapongad.JPG&apos; /&gt;&lt;br/&gt;O Náutico vai jogar contra o Sport, na última partida deste campeonato que não deixa saudades. Um jogo para cumprir tabela. Que não vale nada. Não vale nem 03 pontos. Será? Na minha opinião não é bem assim. Náutico x Sport sempre vale alguma coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Sport surgiu de uma dissidência de alguns alvirrubros que não concordavam com atitudes do aristocrático clube pernambucano. E para antagonizar com os antigos companheiros, o novo clube buscou o preto em contrapartida ao branco e as listras horizontais, se contrapondo as verticais do Náutico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já clássico dos clássicos é um jogo disputado desde 25 de julho de 1909 – num domingo, à tarde. Um amistoso realizado no campo do Britsh Club. Vitória alvirrubra, por 3 x 1. Nascia a maior rivalidade do futebol pernambucano. Coincidentemente era a primeira vez que o Náutico disputava uma partida oficial de futebol, pois o clube dedicava-se exclusivamente ao remo. Representaram o Náutico jogadores como Cooks, Grant, King, Maunsell, Thomas – todos funcionários de companhias inglesas, em Recife.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E a primeira vez que Náutico e Sport se enfrentaram, pelo campeonato estadual, foi num dia 21 de maio de 1916. Mais uma vitória alvirrubra: 4 x 1. Apesar do Sport ter surgido depois, o futebol é praticado pelos rubros negros há bem mais tempo que os alvirrubros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por outro lado, o Náutico teve o maior prazer num dia 31 de março de 1935. Goleou sem piedade o rival, por 8 x 1, pelo estadual daquele ano (que foi conquistado pelo Santa Cruz). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dizer que o Náutico dificilmente vence na ilha do retiro é uma asneira. Uma sandice de quem não conhece a história desse confronto. O Náutico conquistou os campeonatos de 53, 55, 61, 64, 65 e 81, dando a volta olímpica na praça da bandeira, em 6 oportunidades – uma espécie de hexa na ilha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu mesmo vi o timbu bater o rival, na ilha em diversas ocasiões. A última delas, de forma espetacular. Vitória por 3 x 1, com gols de Gil Baiano, Kuki e Batata. Era o dia 28/03/04. A torcida leonina teve que sair de sua casa bem mais cedo para não ver os alvirrubros comemorarem mais uma vitória do título estadual daquele ano.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isto sem falar no gol de Adilson. Aquele do meio da rua, que levou para dentro do gol todo o orgulho rubro negro. Evidentemente, os alvirrubros festejaram muito e ainda saúdam o meio campista timbu, mesmo ele tendo deixado os Aflitos, há muito tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me lembro de uma vitória, nos Aflitos, onde o clube vermelho e branco poderia aplicar uma goleada histórica, pelo estadual, de 2005. Maisena, desesperado, já não agüentava mais ver o clube alvirrubro em sua área. Para piorar as coisas, seus companheiros perdiam a cabeça e iam sendo expulsos de campo. Sandro, o zagueiro, foi o último e quase pedia clemência a Kuki e companheiros. Foi atendido. O placar já apontava 4 x 2 para o Náutico e o “freio de mão foi puxado” pelos alvirrubros, que se contentaram com a goleada já construída.&lt;br/&gt;Em 2006, também nos Aflitos, Adriano Magrão abriu o placar. O Sport tinha um time apontado como bem superior ao Náutico e cantavam aos quatro ventos que viriam ao Eládio de Barros Carvalho golear os donos da casa. Pois o timbu mostrou brios e empatou com o talismã Danilo Lins e virou logo em seguida, com um gol contra de Kleber, espelhando o assustado Sport, que não esperava a reação timbu. Paulo Campos vibrava e agradecia ao “Papai do Céu”, a vitória espetacular de um desacreditado Náutico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ano passado, os alvirrubros estavam numa ascendente, no brasileirão. Já com Roberto Fernandes. O time todo de vermelho, com Eduardo, Sidny (depois Vagner), Toninho, Everaldo, Julio César, Daniel, Elicarlos, Geraldo, Felipe (depois Radamés), Acosta (depois Deleu) e Marcelinho jogou contra um Sport todo de preto e alinhado com Magrão, Durval, Gustavo (depois Adriano), César, Diogo, Everton, Ticão, Romerito, Dutra, Carlinho Bala e Da Silva (depois Fabinho). O técnico era Geninho. Vitória alvirrubra por 2 x 0, com dois gols do imperador Julio César. O primeiro gol, Durval se atrapalhou e permitiu que o ala alvirrubro pegasse a sobra e chutasse da entrada da área. E no segundo, o imperador foi lançado em profundidade e ganhou a corrida com Durval (que pedia para Magrão não sair da área). Na indecisão entre Durval e Magrão, Julio tocou para os fundos das redes.  Um belo jogo, onde até Carlinhos Bala foi expulso, por fazer o Carlinhos Bala costuma fazer.  Delírio da torcida alvirrubra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aquele jogo, contra o Sport, pelo brasileiro de 2007 deu o impulso necessário ao timbu, para permanecer na primeira divisão em 2008. Na seqüência, o Náutico venceu o Atlético-PR (5 x 0), fez um jogo duro contra o Palmeiras de Valdívia, em São Paulo (1 x 2), venceu o Juventude (4 x 1), empatou com o Cruzeiro em BH (2 x 2), venceu o Corinthians (1 x 0), o América-RN (4 x 0) e o Flamengo (1 x 0), carimbando o passaporte para mais um ano de serie A.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isto, Náutico x Sport nunca será um mero amistoso. Um jogo sem valer nada. Sempre significará algo. Sempre terá um sabor diferente. Se eu fosse atleta e tivesse inscrito no estadual – mesmo que não pudesse mais conquistar o título – eu gostaria de jogar contra o Sport. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E assim acredito que será com os atletas que estão à disposição do treinador. Mesmo com um jogo importantíssimo contra o Atlético-MG, na quarta-feira, nos Aflitos, pela Copa do Brasil, penso que os atletas, como Kuki (que pediu força máxima), querem entrar em campo, para vencer. Eu entraria com André Sangalli (apenas para vê-lo em ação – pois Eduardo já mostrou que é titular, pela sua vontade e qualidade), Serginho, Vagner, Marcio Santos, Everaldo, Ticão, Paulo Almeida, Laborde, Geraldo, Wellington e Kuki. E vamos para cima. A faixa é deles, mas o carimbo é nosso!&lt;br/&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>HEXA É LUXOHa muito tempo atrás, numa galáxia conhecida e não tão distante, os problemas com a grana...</title>
      <link>http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 12:17:27 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedornautico.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Arial Black&quot;&gt;HEXA É LUXO&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ha muito tempo atrás, numa galáxia conhecida e não tão distante, os problemas com a grana já existiam nos lados da Conselheiro Rosa e Silva (a diferença é que todos os clubes do nordeste não tinham dinheiro, enquanto hoje, a grana é distribuida de forma desproporcional, pela entidades).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 1962, o treinador Alexandre Borges (que tinha bons olhos para descobrir jovens promessas) buscou no futebol de base a saida para a crise financeira. E a base tinha Bita, Nado e Nino. E com esta base, o time saiu pelo Brasil, fazendo amistosos. A primeira cidade a ter um jogo do timbu foi Manaus. Lá Bita fez seu primeiro gol pelo time profissinal alvirrubro, quando o Náutico perdeu para o São Raimundo.&lt;br/&gt;E os jogos se seguiram, com aquele time, nas capitais do Norte/Nordeste. Contra o CSA uma goleada por 9x0, com Bita marcando 7  gols. Mas 1962 não seria o início da glória. O time ainda era muito jovem e seu maior artilheiro tinha problemas no joelho e teve que ser operado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 1963 o Náutico se sagraria campeão, iniciando a série do Hexa. Em 64, o jornalista e advogado Aramis Trindade apelidou o time de &quot;os intocáveis&quot;, pois tornara-se campeão invicto, levantando assim, o bicampeonato. Bita brilhava como o principal artilheiro do certame, com 24 gols, com a média de 1 gol por jogo. E a sequencia de títulos se sucedeu. Com Bita fazendo gols e gols. Apenas em 67 ele não foi artilheiro, pois foi jogar no Uruguai. Mesmo assim, Miruca seria o artilheiro, no lugar do companheiro, que retornou, ainda naquele ano. O ataque das quatro letras - Nado, Bita, Nino e Lala - era infernal. E o meio de campo tinha Ivan Brondi para armar as jogadas.Bita tinha chutes certeiros e mortais que renderam o apelido de &quot;Homem do Rifle&quot;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 16 de novembro de 1966, no Pacaembu, o Santos de Pelé tinha tudo para fazer mais uma vítima no seu caminho, da Taça Brasil. Com Gilmar, Carlos Alberto, Mauro, Calvet, Zito, Mengálvio, Pelé, Dorval, Coutinho e Pepe teria pela frente o Clube Náutico Capibaribe. E para piorar, o Santos tinha vencido a primeira partida, na Ilha do Retiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bastou o apito inicial, entretanto, para que o time alvirrubro mostrasse sua categoria. 5x3, para o timbu, num jogo simplesmente fantático - talvez a melhor exibição de uma equipe vestindo a camisa vermelha e branca. Bita marcou 4 vezes em cima de Gilmar.  E a imprensa nacional deu manchete ao incrível time de Recife.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E assim seguiu este time. Com  Lasalvia. Com Nino, Lula, Lala, Ivan e Clóvis, num sexteto que participou de todas as campanhas do hexacampeonato conquistado pelos alvirrubros, de 63 a 68. E, principalmente com Bita, o maior artilheiro da história do Clube Náutico Capibaribe.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;HEXA É LUXO!!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
    </item>
  </channel>
</rss>